Conheça o Movimento Escoteiro

de escoteiros no mundo

escoteiras no mundo

Presente em

Fundado em na Inglaterra

No Brasil, somos jovens e adultos

No GEJA, somos jovens e adultos

O Escotismo é um movimento para jovens, feito por jovens. Essa é principal engrenagem do Movimento Escoteiro: a vitalidade das crianças, adolescentes e jovens que passam por nossos caminhos e renovam nossas energias, aliada à experiência dos adultos voluntários.

O Escotismo é um movimento educacional que, por meio de atividades variadas e atraentes, incentiva os jovens a assumirem seu próprio desenvolvimento, a se envolverem com a comunidade, formando verdadeiros líderes. Acreditamos que, por meio da proatividade e da preocupação com o próximo e com o meio ambiente, podemos formar jovens engajados em construir um mundo melhor, mais justo e mais fraterno.

É verdadeiramente no grupo escoteiro que o Escotismo acontece. Os jovens são divididos conforme sua faixa etária para que o Programa Educativo possa ser trabalhado em todas as áreas de desenvolvimento (físico, intelectual, social, afetivo, espiritual e de caráter) com base nas características individuais de cada fase. O Programa Educativo ainda se preocupa em estar inserido no cotidiano dos jovens, de acordo com suas necessidades de crescimento e do meio onde os jovens se desenvolvem, se adaptando a diferentes realidades e respeitando sua autonomia.

Apartidário, o Movimento Escoteiro valoriza a participação juvenil em esferas políticas, participando de processos de decisão em Conselhos, Conferências e demais grupos de trabalho. O apoio político não leva em conta partidos, mas o compromisso do parlamentar que se une à União Parlamentar Escoteira do Brasil de atuar de acordo com os princípios e propostas do Escotismo.

Para se juntar ao Movimento Escoteiro como jovem é preciso ter entre 6,5 e 21 anos; a partir daí a atuação se dá como adulto voluntário, sem limite de idade.

No Brasil, a União dos Escoteiros do Brasil, única organização reconhecida e certificada pela Organização Mundial do Movimento Escoteiro, é a instituição que dirige e acompanha as práticas escoteiras adotadas no país.

Para saber mais, visite as páginas dos Escoteiros do Brasil e da Organização Mundial do Movimento Escoteiro (em inglês).

O Movimento Escoteiro foi fundado em 1907 pelo ex-general Robert Baden-Powell, após ele afastar-se do exército na Inglaterra. Apesar de militar, o inglês não quis deixar como herança para o Movimento Escoteiro essas características, mas aproveitou técnicas que seriam úteis no desenvolvimento dos jovens para criar um movimento educacional.

Baden-Powell utilizou-se dos aprendizados que o tornaram coronel aos 33 anos e que lhe garantiram a fama de “Impisa” (o lobo que nunca dorme, em português) para ajudar a juventude. O início disso tudo aconteceu por meio do livro “Ajudas à Exploração Militar” (Aids To Scouting, 1894), que continha informações para os militares sobre seguir pistas, exploração e coisas que se referiam à vida em campo. Ao retornar da guerra Mafeking, na África, cidade que defendeu por 217 dias até alcançar a vitória, B-P passou a ser tratado como um herói.

Para o simpático senhor inglês, a recompensa foi o enorme interesse dos jovens em aprender e replicar as técnicas citadas em seu livro, que já era adotado por escolas britânicas. Aos poucos passou a reunir suas experiências e as atividades dos exploradores para criar algo que pudesse realmente ser utilizado na educação e formação dos jovens: o Escotismo.

No dia 1º de agosto de 1907, ele levou 20 rapazes para a Ilha de Brownsea, no Canal da Mancha, para realizar o primeiro acampamento escoteiro do mundo – essa era a forma que B-P havia encontrado para testar suas ideias. Ao longo de oito dias, ele aplicou diversos ensinamentos sobre vida em equipe e ao ar livre, acampamentos, fogueiras, jogos, rastreamento, dedução e observação, técnicas de primeiros socorros, alimentação e boas ações. Ele havia pensado em tudo para que os jovens pudessem voltar para suas casas mais independentes e com novas habilidades.

O acampamento foi um sucesso e, no início do ano seguinte, Baden-Powell lançou as seis edições do guia “Escotismo para Rapazes”, sem sonhar que estaria fundando o maior movimento educacional de jovens do planeta. A busca pelos manuais foi tão grande que o inglês decidiu desligar-se do exército e dedicar-se à sua “segunda vida”, como costumava chamar, rodando por diversos países para fazer do Escotismo uma grande fraternidade mundial.

O Escotismo começou a crescer, passou a aceitar meninas (em 1909) e, em 1920, com o fim da Primeira Guerra Mundial, reuniu cerca de 8 mil jovens em Londres para o primeiro Jamboree Mundial, o maior evento escoteiro do mundo.

Não há como retratar a história do Movimento Escoteiro sem retratar a história de seu fundador, proclamado “Chefe Escoteiro Mundial” pela multidão de rapazes que puderam estar no primeiro grande evento escoteiro. B-P dedicou o resto de sua vida à concretização do Movimento Escoteiro, crente que o desenvolvimento dos jovens, o respeito ao próximo e a prática de boas ações diárias, poderiam auxiliar a construir um mundo melhor.

Baden-Powell envelheceu e passou a morar no Quênia, ao lado da mulher, Olave Baden-Powell, que o acompanhou em todas as suas aventuras, atuando para que as meninas também pudessem se divertir e aprender no Movimento Escoteiro. Ele faleceu em casa, em 8 de janeiro de 1941.

Mesmo com a partida de B-P, o Escotismo continuou a crescer e a conquistar o coração de crianças, jovens e adultos, alcançando mais de 40 milhões de membros em 216 países e territórios.
Escotismo no Brasil

Em 17 de abril de 1910, encerrando um ciclo de quatro anos de renovação da frota naval brasileira, o Encouraçado Minas Gerais chegava ao Brasil, vindo da Europa, com um grupo de oficiais que trazia consigo uniformes e acessórios escoteiros, depois de acompanhar o enorme sucesso que Baden-Powell fazia na Inglaterra.

O grupo logo se organizou para fundar a primeira associação escoteira, chamada de Centro de Boys Scouts do Brasil, no Rio de Janeiro. A palavra “escoteiros” só surgiu alguns anos depois, ocupando o lugar do termo “scrutar”, adotado assim que o Escotismo chegou ao país.

Rapidamente o Movimento Escoteiro se espalhou por todo o território nacional, inicialmente com diversas associações independentes, até que, em 4 de novembro de 1924, foi criada a União dos Escoteiros do Brasil, acompanhando o desejo de B-P de ver a o senso de unidade entre os diversos grupos escoteiros em cada país.

O Escotismo é um movimento educacional de jovens, sem vínculo a partidos políticos, voluntário, que conta com a colaboração de adultos, e valoriza a participação de pessoas de todas as origens sociais, etnias e credos, de acordo com seu Propósito, seus Princípios e o Método Escoteiro, concebidos pelo Fundador Baden-Powell e adotados pela União dos Escoteiros do Brasil.

O propósito do Movimento Escoteiro é contribuir para que os jovens assumam seu próprio desenvolvimento, especialmente do caráter, ajudando-os a realizar suas plenas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais, como cidadãos responsáveis, participantes e úteis em suas comunidades, conforme definido pelo seu Projeto Educativo.

Princípios

A Organização Mundial do Movimento Escoteiro (WOSM) define como Princípios do Escotismo:

  1. Dever para com Deus (crença e vivência de uma fé, independentemente de qual seja): convidamos os jovens a ir além do mundo material, a orientar suas vidas por princípios espirituais e a seguir caminhando em busca de Deus, presente na experiência de todos os dias, na criação, no próximo, na história. Além disso, nós os convidamos a viver sua fé com alegria, sem nenhuma hostilidade para com aqueles que buscam, encontram ou vivem respostas diferentes diante de Deus, abrindo-se ao interesse, à compreensão e ao diálogo com todas as opções religiosas.
  2. Dever para com os outros (participação na sociedade, boa ação, serviço ao próximo): Propomos aos jovens respeitar com carinho o mundo natural, comprometer-se com o desenvolvimento sustentável e participar ativamente dos esforços para sua preservação e renovação. Entendemos que o ser humano só se realiza plenamente quando exerce sua liberdade respeitando a do próximo. Propomos aos jovens que busquem sua realização por meio do serviço ao próximo e que se integrem de maneira responsável e solidária à sua comunidade. No plano das relações pessoais, nós os convidamos a desenvolver sua afetividade com naturalidade e respeito, pautando pelo amor seu comportamento sexual.
  3. Dever para consigo próprio (crescimento saudável e auto desenvolvimento): Convidamos os jovens a usar progressivamente sua liberdade, a assumir-se com responsabilidade, a aprender a discernir e decidir, enfrentando as consequências de suas decisões e de seus atos. Nós lhes propomos que sejam fortes, mantendo-se firmes em seus objetivos e tendo coragem de ser autênticos, em um claro testemunho de que são e o que dizem ser.

Método Escoteiro

O Método Escoteiro é um sistema de progressão que tem a intenção de estimular as capacidades e interesses de cada jovem. Isso acontece através de desafios a serem superados, da vivência de aventuras, do incentivo a exploração, a realização de descobertas, a experimentar coisas novas, inventar e desenvolver a capacidade de achar soluções; mas sempre respeitando individualmente os limites de cada jovem.

Esse sistema de progressão depende da combinação de cinco elementos para acontecer:

  1. Aceitação da Lei e da Promessa Escoteira: A partir do momento que se realiza a Promessa Escoteira, se aceita a Lei e se firma um compromisso de vida, um código de ética, de comportamento. A aceitação da Lei e da Promessa são feitas voluntariamente, mas a partir do momento que isso acontece, se espera um esforço para viver de acordo com seus significados.
  2. Aprender fazendo: O aprendizado pela prática é uma das bases do Movimento Escoteiro. Os jovens são incentivados a desenvolverem suas habilidades pela ação, valorizando o treinamento para autonomia baseado na autoconfiança e iniciativa, observando os erros como parte da jornada, fonte de aprendizagem, já que são um passo em busca do acerto.
  3. Vida em equipe: Desde o ingresso em um grupo escoteiro, a vida em equipe passa a fazer parte da realidade do escoteiro. Esse convívio possibilita a descoberta progressiva de responsabilidade e prepara o autocontrole, além de desenvolver a capacidade tanto para liderar quanto para cooperar.
  4. Atividades progressivas, atraentes e variadas: É por meio das atividades que alcançamos nosso propósito, que podemos oferecer aos jovens experiências únicas e agregadoras. Mas para que isso aconteça durante toda a vida escoteira, é necessário que sejam observadas as características, anseios e necessidades de cada faixa etária, resultando, assim, em um planejamento próprio para cada Ramo, assegurando o interesse e envolvimento do escoteiro. Os jovens vão ao grupo para se divertir ao lado de amigos; nós utilizamos as atividades para auxiliá-los em seu autodesenvolvimento e educação. A programação dessas atividades leva em conta um sistema progressivo, em termos de exigência de práticas, habilidades e amadurecimento, oferecendo desafios e aventuras conforme sua evolução e vivência. As atividades escoteiras compreendem jogos, capacitação em técnicas úteis estimuladas por um sistema de distintivos, vida ao ar livre, integração com a comunidade, entre outros, tudo isso em um ambiente fraterno.
  5. Desenvolvimento pessoal com orientação individual: A evolução de cada jovem é acompanhada individualmente por um adulto voluntário, que identifica suas qualidades e deficiências a fim de orientá-lo da melhor forma, criando oportunidades para que ele se desenvolva e se supere cada vez mais. Além disso, o voluntário e o jovem criam uma relação de amizade e confiança, o que permite identificar e trabalhar pontos comportamentais com mais facilidade.

O Programa Educativo visa atender o Propósito, os Princípios e o Método Escoteiro, pontos fundamentais para a prática do Escotismo. Nove princípios fundamentais garantem o sucesso do Programa:

  1. Atualização: resultado de reflexões constantes sobre as práticas educativas;
  2. Relevância: leva em conta as características culturais, sociais, políticas e econômicas da sociedade;
  3. Significância: considera atender os interesses e necessidades dos jovens;
  4. Protagonismo juvenil: coloca o jovem como centro do processo educativo;
  5. Para todos: precisa adaptar-se às diferentes realidades, atendendo jovens de todos os segmentos da sociedade;
  6. Educa para a vida: deve dar oportunidade para que os jovens cresçam como pessoas, de maneira progressiva;
  7. Unidade na diversidade: embora se adapte às distintas realidades, o Programa Educativo mantém sua unidade;
  8. Autonomia progressiva: dá espaço para que os jovens participem dos processos de tomada de decisões;
  9. Vinculado com a realidade: os conteúdos do Programa devem estar conectados com as frequentes mudanças da sociedade e adequados à realidade de cada ambiente.

Além disso, sete elementos completam o Programa Educativo, abordado de forma ampla nos Manuais do Escotista de cada Ramo:

  1. Organização em Ramos: adapta o Método Escoteiro às necessidades e características de cada faixa etária;
  2. Áreas de desenvolvimento: estabelece seis áreas de desenvolvimento: social, afetivo, de caráter, intelectual, espiritual e físico;
  3. Objetivos educativos e competências: confere coerência, continuidade e complexidade crescente ao processo educativo;
  4. Sistema de progressão pessoal: estimula os jovens a assumir a responsabilidade por seu próprio desenvolvimento;
  5. Instâncias democráticas de tomada de decisão: possibilita que os jovens participem dos processos de tomada de decisão em cada Ramo;
  6. Planejamento participativo de atividades: permite que os jovens participem junto com os adultos educadores do processo de planejamento, execução e avaliação das atividades;
  7. Atividades educativas: oferece aos jovens a possibilidade de adquirir conhecimentos, habilidades e atitudes correspondentes aos objetivos educativos.

Confira o Projeto Educativo, documento que contém as Definições do Escotismo, nosso Propósito, Princípios e Método Educativo.

Promessa Escoteira

A Promessa Escoteira é o alicerce do Movimento Escoteiro, em que se sintetiza o embasamento moral o Escotismo. Nesse momento, os membros se comprometem voluntariamente a viver de acordo com a orientação da Promessa.

“Prometo pela minha honra fazer o melhor possível para: Cumprir meus deveres para com Deus e a minha Pátria, ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião e obedecer à Lei Escoteira.”

Quando Baden-Powell idealizou a Lei Escoteira, ele decidiu não estabelecer leis proibitivas, mas criar conceitos para formação de pessoas bondosas e de caráter, para que, desta forma, o jovem escoteiro tivesse onde se espelhar e pudesse se orientar.

Lei Escoteira

A Lei Escoteira tem dez artigos que abordam conceitos como honra, integridade, lealdade, presteza, amizade, cortesia, respeito e proteção da natureza, responsabilidade, disciplina, coragem, ânimo, bom-senso, respeito pela propriedade e autoconfiança.

  1. O escoteiro é digno de confiança
    “A honra para um escoteiro é ser digno de toda confiança. Como escoteiro, nenhuma tentação, por maior que seja, irá persuadi-lo a praticar uma ação desonesta, mesmo muito pequena. Você não voltará atrás a uma promessa, uma vez feita. A palavra de um escoteiro equivale a um contrato. Para um escoteiro, a verdade, e nada mais que a verdade.” (Baden-Powell)
  2. O escoteiro é leal
    “O escoteiro é leal à Pátria, à Igreja, às autoridades do governo, aos seus pais, seus chefes, seus patrões e aos que trabalham como seus subordinados. Como um bom cidadão, você é de uma equipe, jogando o jogo honestamente, para o bem do conjunto. Além disso, você é leal também a si mesmo; você não quer diminuir seu respeito a si mesmo jogando mal de propósito; nem vai querer decepcionar ou ficar em falta com outro homem, nem, tampouco, com outra mulher.” (Baden-Powell)
  3. O escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação
    “O dever do escoteiro é ser útil e ajudar a todos. Como escoteiro, seu mais alto objetivo é servir. Você deve merecer a confiança de que, em qualquer ocasião, estará pronto a sacrificar tempo, trabalho, ou, se necessário, a própria vida pelos demais. O sacrifício é o sal do serviço.” (Baden-Powell)
  4. O escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros
    “É amigo ou irmão, não importando a que país, classe ou credo o outro possa pertencer. Como escoteiro, você reconhece as demais pessoas como sendo, com você, filhos do mesmo Pai, e não faz caso de suas diferenças de opinião, casta, credo ou país, quaisquer que elas sejam. Você domina os próprios preconceitos e procura encontrar as boas qualidades que tenham; o defeito deles qualquer um pode criticar. Se você põe em prática esse amor pelas pessoas de outros países e ajuda a fazer surgir a paz e a boa vontade internacionais, isto será o Reino de Deus na terra. O mundo inteiro é uma fraternidade.” (Baden-Powell)
  5. O escoteiro é cortês
    “Como os antigos cavaleiros, você, sendo um escoteiro, é, sem dúvida, polido e atencioso com as mulheres, velhos e crianças. Mas, além disso, você é polido mesmo com aqueles que estão contra você. Aqueles que têm razão, não precisam perder a calma; aqueles que não têm razão, não podem se dar ao luxo de perdê-la.” (Baden-Powell)
  6. O escoteiro é bom para os animais e as plantas
    “Você reconhecerá como companheiras as outras criaturas de Deus, postas, como você, neste mundo, durante certo tempo, para gozar suas existências. Maltratar um animal é, portanto, um desserviço ao Criador. Um escoteiro deve ter um grande coração.” (Baden-Powell)
  7. O escoteiro é obediente e disciplinado
    “O escoteiro obedece, de boa vontade, sem vacilar, às ordens de seus pais, monitores e escotistas. Como escoteiro, você se disciplina e põe-se, profunda e voluntariamente, às ordens das autoridades constituídas, para o bem geral. A comunidade mais feliz é a comunidade mais disciplinada; a disciplina, porém, deve vir do íntimo, e nunca ser imposta de fora. Por isso, tem um grande valor o exemplo que você der aos demais nesse sentido.” (Baden-Powell)
  8. O escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades
    “Como escoteiro você será visto como o homem que não perde a cabeça e que aguenta qualquer crise com ânimo alegre, coragem e otimismo.” (Baden-Powell)
  9. O escoteiro é econômico e respeita o bem alheio
    “Como escoteiro, você olhará para o futuro e não irá dissipar tempo e dinheiro com prazeres do momento, mas, ao contrário, fará uso das oportunidades do momento tendo em vista o futuro sucesso. Você fará isso com a ideia de não ser um ônus, mas uma ajuda para os demais.” (Baden-Powell)
  10. O escoteiro é limpo de corpo e alma
    “O escoteiro é limpo em pensamento, palavra e ação. Como escoteiro, espera-se que você tenha não só uma mente limpa, como também uma vontade limpa; seja capaz de controlar quaisquer tendências intemperadas do sexo; dê um exemplo aos demais sendo puro, franco, honesto em tudo que pensa, diz ou faz” (Baden-Powell)

Os Ramos são formas de reunir os membros conforme sua faixa etária e fase de desenvolvimento. Cada Ramo adapta o Método Escoteiro às características evolutivas e às necessidades especiais.

Ramo Lobinho

O Ramo Lobinho atua com crianças na faixa etária entre 6,5 e 10 anos, concentrando sua ênfase educativa no processo de socialização da criança. O marco simbólico desse Ramo está associado a obra “O Livro da Jângal”, de Rudyard Kipling, especialmente às aventuras de Mowgli, o Menino Lobo. O lema dos lobinhos é “Melhor Possível”.

O GEJA possui três alcateias no Ramo Lobinho.

Ramo Escoteiro

Atuando com adolescentes de ambos os sexos com idades entre 11 e 14 anos, o Ramo Escoteiro tem foco na criação e ampliação da autonomia. Fundamentado na vida em equipe e no encontro com a natureza, o Ramo tem como marco simbólico a expressão “explorar novos territórios com um grupo de amigos”. O lema dos escoteiros é “Sempre Alerta”.

No GEJA, três tropas escoteiras vivem essa aventura.

Ramo Sênior

Concebido para atender às necessidades de desenvolvimento de meninos e meninas entre 15 e 17 anos, o Ramo Sênior tem ênfase no processo de autoconhecimento, aceitação e aprimoramento das características pessoais. A expressão “Superar seus próprios desafios” é o marco simbólico deste Ramo. O lema dos seniores é “Sempre Alerta”.

No GEJA, a Tropa Sênior Ibiajara representa o Ramo Sênior.

Ramo Pioneiro

Jovens entre 18 e 21 anos, de ambos os sexos, fazem parte do Ramo Pioneiro, que trabalha o processo de integração do jovem com a sociedade, privilegiando a expressão da cidadania, auxiliando-o a colocar em prática a Lei e Promessa Escoteira em um mundo mais amplo. O marco simbólico deste Ramo é representado pela expressão “tenho um projeto para minha vida”. O lema dos pioneiros é “Servir”.

O GEJA tem o Clã Pioneiro Piocãmecrã.

Adultos Voluntários

Após os 21 anos, qualquer pessoa pode ingressar no Movimento Escoteiro como adulto voluntário, atuando como escotista, auxiliando os jovens na realização das atividades, ou como dirigente, realizando funções administrativas no grupo escoteiro.

Conheça os adultos voluntários que atuam nas Seções, na Diretoria e na Comissão Fiscal do GEJA.

As atividades desenvolvidas possuem níveis de risco variado, de acordo com suas particularidades. Tendo isto em vista, todas as atividades possuem um planejamento de segurança, que pode ser mais simples ou mais complexo, tendo em vista os riscos identificados para aquela atividade.

Considerando que todas as instâncias do Movimento Escoteiro, incluindo o Grupo Escoteiro, a Direção Regional da União dos Escoteiros do Brasil (UEB) e a Direção Nacional da UEB prezam pela segurança e bem-estar das crianças, adolescentes e jovens em atividades escoteiras, a Direção Regional no Distrito Federal aprovou a Resolução nº 002/2019, em 28/06/2019, que, em seu artigo 1º, indica que aquela Resolução e algumas regras do P. O. R. (Princípios, Orientação e Regras da UEB) que estão relacionadas à segurança das atividades sejam divulgadas na página do Grupo na Internet.

Clique aqui para ler a Resolução 002/2019-UEB/DF, que trata sobre as normas de segurança em atividades escoteiras no Distrito Federal.

Clique aqui para acessar o P. O. R. completo.

Abaixo seguem as regras 140 (que trata da Orientação Geral sobre Segurança) e 142 (que contém as Orientações Gerais para a Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens em Atividades Escoteiras).

Regra 140 – Orientação Geral sobre Segurança

I – A segurança nas atividades escoteiras deve ser a principal preocupação de seus dirigentes e a responsabilidade pela segurança recai sobre a diretoria do nível a quem está subordinado o evento.

II – Cabe aos escotistas e dirigentes assegurarem-se de que toda e qualquer atividade escoteira seja realizada dentro das orientações técnicas, das regras da UEB e conforme o que estabelece legislação brasileira.

III – Todos os participantes em atividades escoteiras devem estar previamente inteirados e capacitados às regras de segurança estabelecidas e necessárias para atividade a ser desenvolvida, cumprindo-as e as fazendo cumprir.

IV – A segurança nas atividades pressupõe a presença de adultos responsáveis com conhecimento e capacitação nas habilidades necessárias para sua realização, o uso de equipamento adequado e a preparação prévia aos participantes.

V – A realização de qualquer atividade escoteira está condicionada à existência de planejamento aprovado pela diretoria do nível a quem está subordinada, que contenha todas as informações relativas ao local, meio de transporte, recursos materiais e humanos existentes ou a providenciar, plano de segurança, as atividades que serão realizadas, quem serão responsáveis por elas e que tipo de roupa ou proteção exige.

VI – A participação de membros juvenis em atividades escoteiras fora da sede está condicionada à autorização de seus pais ou responsáveis, em documento específico para a respectiva atividade. Para os jovens maiores de 18 anos não é necessária a autorização dos pais ou responsáveis, mas é indispensável a autorização da Diretoria da Unidade Escoteira Local.

VII – Para qualquer atividade escoteira, o Chefe da Seção deve obter com os pais ou responsáveis, informações sobre as condições de saúde da criança, adolescente ou jovem e a sua eventual necessidade de medicação ou dieta especial. Essas informações devem ser prestadas por escrito, pelo próprio jovem, no Ramo Pioneiro.

VIII – O Chefe de Tropa Escoteira ou Sênior/Guia pode autorizar uma patrulha a realizar atividade ao ar livre, sendo tal atividade de sua inteira responsabilidade. Neste caso, deve obter autorização por escrito da Diretoria da Unidade Escoteira Local e dos pais ou responsáveis, onde deverá constar que não haverá a presença de escotistas acompanhando os adolescentes. No Ramo Pioneiro, não é necessária autorização dos pais ou responsáveis, mas é indispensável a autorização da Diretoria da Unidade Escoteira Local.

IX – Os encarregados de uma atividade escoteira devem ler o livro Padrões de Atividades Escoteiras e seguir as suas recomendações. Deve-se ter especial cuidado em relação aos acampamentos/acantonamentos, tendo em vista a escolha do local, as condições climáticas, a possível ocorrência de eventos naturais adversos, a salubridade do terreno, a água a ser usada, a alimentação, as condições dos equipamentos, a segurança nas atividades aquáticas e nas atividades noturnas. Além disso, deve-se sempre estar preparado para eventual necessidade de socorro médico.

X – Não são permitidos, sob quaisquer pretextos, os trotes, os castigos físicos, os ataques a acampamentos, os jogos violentos e as cerimônias de mau gosto, que possam vir a constranger, humilhar ou colocar em risco a integridade física, psíquica ou moral de qualquer participante da atividade.

XI – Não é permitido aos jovens o uso de pólvora, fogos de artifício e materiais semelhantes em qualquer tipo de atividade escoteira.

XII – Os responsáveis pela organização de uma atividade escoteira ao ar livre devem revesti-la de todas as iniciativas e providências necessárias para garantir o mínimo impacto ambiental e fazer com que todos os envolvidos tenham uma atitude de conservação do meio ambiente.

Regra 142 – Orientações Gerais para Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens em Atividades Escoteiras

Visando a proteção das crianças, adolescentes e jovens, garantindo segurança e bem estar, a União dos Escoteiros do Brasil orienta que as atividades escoteiras considerem os seguintes pontos:

  1. Presença de adultos: a presença permanente, de pelo menos dois adultos em qualquer atividade fora da sede, incluindo viagens e deslocamentos, dos quais pelo menos um deve ser nomeado e ter mais de 21 anos de idade. Excetuam-se, nesta necessidade, as atividades de Patrulha, rigorosamente organizadas e supervisionadas;
  2. Equipe mista: para atividades mistas deverá existir, obrigatoriamente, uma equipe de escotistas composta de homens e mulheres;
  3. Contato físico respeitoso: o vínculo afetivo entre os membros juvenis e os escotistas é natural e se traduz em relação de carinho e bem querer. Apesar disso, os escotistas devem evitar atitudes exageradas de afeto e carinho com os membros juvenis, tais como colocá-los no colo, abraços prolongados e calorosos, andar e/ou permanecer de mãos dadas ou a realização de brincadeiras que envolvam toques íntimos;
  4. Contatos visíveis: não devem existir contatos individuais entre um adulto e um membro juvenil em ambiente privado. Quando for necessário, e em momentos excepcionais, as conversas privadas devem ser realizadas em locais públicos e em campo de visão de outros adultos e jovens;
  5. Respeito à privacidade: líderes adultos devem respeitar a privacidade dos membros juvenis em situações como troca de roupas e banho, fazendo-se presente somente em situações de falta de segurança ou problemas de saúde. É inapropriado usar qualquer aparelho capaz de gravar ou transmitir imagens em banheiros, chuveiros ou de qualquer outra área de onde é esperado privacidade;
  6. Leitos individuais: em atividades acampadas ou em alojamentos coletivos, cada Ramo deverá ter sua área para dormir definida por sexo, separada dos demais Ramos. Todos os membros juvenis e adultos devem ter seu saco de dormir ou cobertores que os habilitem a fazer para si um leito separado;
  7. Banheiros e chuveiros: em atividades, o uso de banheiros e chuveiros deverá ser separado por sexo e por Ramos. Em nenhuma hipótese um adulto deverá utilizar o mesmo banheiro e chuveiro simultaneamente com os jovens;
  8. Barracas dos adultos: nos acampamentos os líderes adultos devem ter suas barracas separadas e de forma alguma devem dormir na mesma barraca que os membros juvenis;
  9. Barracas dos membros juvenis: devem acomodar no mínimo três membros juvenis, recomendando-se que as barracas comportem toda uma Patrulha nos Ramos Escoteiro e Sênior. Nos casos de patrulhas mistas, observar a separação por sexo;
  10. Roupas apropriadas: além do uniforme/vestuário escoteiro, uma atividade pode requerer o uso de roupas especiais para proteção dos participantes, o que deve ser informado antecipadamente ou providenciado pelos responsáveis pela atividade. Não é permitida a nudez ou o uso de trajes íntimos para atividades aquáticas;
  11. Relação com a família: o escotista deverá sempre manter contato com os pais do membro juvenil para que as orientações repassadas aos mesmos sejam de conhecimento de sua família;
  12. Ausência de cerimônias secretas: nenhuma atividade ou cerimônia secreta faz parte do programa educativo da União dos Escoteiros do Brasil. Todas as cerimônias são abertas a observação dos pais, escotistas e dirigentes. Quando houver necessidade de momentos mais reservados, os responsáveis pela atividade deverão dar ciência aos pais e à Diretoria do Grupo;
  13. Trotes são proibidos: trotes físicos e “iniciações” são proibidos e não devem fazer parte de nenhuma atividade escoteira;
  14. Bullying é proibido: bullying verbal, físico ou cyber bullying são proibidos no Escotismo. A ação dos escotistas, dirigentes e pais deve ser imediata e educativa, no sentido de esclarecer a todos e preservar a integridade das crianças, adolescentes e jovens.;
  15. Disciplina construtiva: o Escotismo preconiza a disciplina construtiva, com reflexão nos valores escoteiros. Punição física e/ou constrangimento moral é inadmissível. Quando algum jovem apresentar comportamento inadequado e a estrutura escoteira não puder resolver, seus pais devem ser informados e solicitados a auxiliar na resolução do problema;
  16. Responsabilidades pelos jovens: os líderes adultos, filiados a União dos Escoteiros do Brasil e legalmente nomeados/autorizados, são responsáveis por monitorar o comportamento dos jovens, intercedendo quando necessário, para garantir o bem estar dos mesmos e a prática adequada do Escotismo. Violência, agressões e abusos de qualquer espécie, uso de drogas e álcool não coadunam com o nosso Programa Educativo. Diante de situações deste tipo, os líderes adultos devem agir de maneira firme, preservando a integridade dos jovens envolvidos e mantendo o ambiente educativo. O comportamento inadequado de um jovem deve ser comunicado aos seus pais e/ou responsáveis e relatados à Diretoria da Unidade Escoteira Local, de forma que, em conjunto, se obtenha a melhor solução para cada caso;
  17. Responsabilidades de todo associado da União dos Escoteiros do Brasil: espera-se que todos os membros do Movimento Escoteiro comportem-se de acordo com os princípios determinados pela Promessa Escoteira e pela Lei Escoteira. Crianças, adolescentes e jovens necessitam de orientação e direção a fim de conseguirem aprender os comportamentos socialmente adequados. O exemplo positivo dos líderes adultos do Movimento Escoteiro é uma ferramenta importante que contribui neste sentido.

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Seções e Dirigentes do GEJA

Alcateia Lobo Guará (ALG)

História

Quando o GEJA foi fundado, já nasceu com duas alcateias: Masculina e Feminina. Na época, as Akelás eram as Chefes Isméria (Alcateia Feminina) e Eloisa (Alcateia Masculina).

Em 1985, as duas alcateias se fundiram em uma única Alcateia Mista, tendo como Akelás as Chefes Anakaren e Ana Maria Maciel. Depois juntaram-se as Chefes Roseana Kipliman e Gabriela Passos. Em 1992, a Akelá Zélia Alves Martins assumiu a chefia, tendo liderado a Alcateia Lobo Guará até 2020.

A Alcateia Lobo Guará possui quatro matilhas (Branca, Preta, Cinza e Vermelha).

Escotistas

Alcateia Lobos do Parque (ALP)

História

Em fevereiro de 1983, o então Kaa da Alcateia 1, Chefe Inácio, participou de uma colônia de férias e dela trouxe 12 crianças que dariam início à Alcateia II. No entanto, suas atividades foram interrompidas em algum momento, e o GEJA voltou a ter somente uma Alcateia.

A partir de um sonho do Chefe Augusto Willer e da colaboração e incentivo de outros chefes (Átila, Zélia, Jair e Rielva, dentre outros), foi possível fundar, no dia 9 de abril de 2005, a Alcateia II, batizada de Lobos do Parque. Foram recebidos 10 lobinhos transferidos do Grupo Escoteiro Dom Pedro II (12º DF), bem como seus Chefes Ana Maria Braga, Marisa Nagata e Cristina. Para reforçar a equipe, foi convidada a Chefe Karina Oliveira, que já havia sido Akelá do Grupo Escoteiro do Mar Almirante Alexandrino (8º DF).

Durante esta nova fase, a Alcateia Lobos do Parque teve a colaboração de muitos adultos comprometidos, como os Chefes Adriana Montenegro, Helder Pavanelli, João Batista Maia, José Leite Carneiro Jr., Leonardo Alcides, Luciana Cunha Maia e Betinha Neves.

Escotistas

Alcateia Uivos do Cerrado (AUC)

História

A Alcateia Uivos do Cerrado – AUC teve sua primeira reunião em 22 de agosto de 2015. A demanda por uma terceira alcateia já era antiga e um desejo dos escotistas e famílias do GEJA.

Inicialmente, aceitaram serem escotistas e responsáveis pela AUC os chefes: Hugo Sales, na época o Diretor de Métodos Educativos, batizado como Hathi e dois pais de lobinhos: a chefe Sandra Gizelle, Bagheera e o chefe Caio Aguiar, o Baloo.

A Alcateia começou com três matilhas: preta, branca e marrom, totalizando 12 (doze) lobinhos. Em outubro de 2015, mais dois escotistas foram integrados a equipe: Augusto César Willer, que recebeu o nome de Kaa, e Emerson Willer, batizado de Rikki Tikki Tavi. Nesta mesma época foram integrados e promessados mais de 15 lobinhos, consolidando de fato a terceira alcateia do GEJA.

No fim de 2015 a AUC já contava com 18 jovens, realizando sua primeira Roca de Conselho em 14/11/2015, a qual decidiu o nome da alcateia, símbolo e bandeira. Em seu primeiro acantonamento, em 5 e 6 de março de 2016, no Campo Escola dos Escoteiros do DF, abriu-se mais uma matilha, cinza, e a seção já contava com com 22 lobinhos.

Nossa primeira Akela, chefe Gizelle, permaneceu na função até meados de 2016. Neste mesmo ano, a chefe Rilvânia tornou-se Baloo em março, com a saída do chefe Caio, mas teve que deixar o grupo em dezembro de 2016. O escotista Emerson assumiu como Akela da AUC em agosto de 2016 deixando a função em meados de 2019. Com isso, o escotista Augusto Willer tornou-se o líder da alcateia (Akela), permanecendo até os dias de hoje.

De 2018 a julho de 2020 estavam como escotistas da AUC: Antônio Mario (Bagheera), Augusto (Akela), Emerson (Kotick), Katiuse (Rikki Tikki Tavi), Martha (Baloo). Em março de 2020 assumiram Ewerton (Hathi) e Juliana (Kaa) integrando ao time. Com o licenciamento das chefes Martha e Katiuse em agosto, assumiu o chefe José Leite como o mais recente Baloo da AUC.

De 2015 a 2020, mais de 50 jovens já passaram pela alcateia e 11 lobinhos conquistaram o Cruzeiro do Sul, o grau máximo da progressão dos lobinhos!

Apesar da quarentena de 2020, a AUC continua com suas reuniões virtuais aos sábados às 16h e conta com 18 jovens em 4 matilhas: Branca, Cinza, Marrom e Preta. Esperamos voltar com nossos encontros na sede do GEJA em breve!

Melhor Possível!

Escotistas

Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul

História

A Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul (TECS), denominada antigamente como Tropa I, é derivada de duas tropas mais antigas conhecidas como Tropa Masculina (com as patrulhas Gaivota, Esquilo, Jaguar e Antílope) e Tropa Feminina (com as patrulhas Raposa, Águia, Pantera e Castor), fundadas ainda na primeira sede do GEJA, na Funcef (atual ENAP). Seus chefes eram Leda (Tropa Masculina) e Ana Maria (Tropa Feminina).

As tropas tornaram-se mistas em 1996, quando a diretoria e as Chefes Leda e Ana Maria misturaram as Tropas Masculina e Feminina, criando a Tropa I com duas patrulhas (Coruja e Jaguar) e a Tropa II com outras duas patrulhas (Águia e Pantera).

Ao longo dos anos, a tropa sempre foi conhecida como Tropa I, mas em 2013 o jovens fizeram uma votação e decidiram alterar o nome para Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul.

Escotistas

Tropa Escoteira Galápagos

História

Quando o GEJA foi fundado, as tropas escoteiras não eram mistas – havia a Tropa Masculina e a Tropa Feminina. A Tropa Masculina possuía as patrulhas Gaivota, Esquilo, Jaguar e Antílope, enquanto a Feminina tinha as patrulhas Raposa, Águia, Pantera e Castor. Havia também uma Patrulha Biguá, formada excepcionalmente para atividades de graduados. As tropas tornaram-se mistas em 1996, quando a diretoria e as Chefes Leda e Ana Maria misturaram as Tropas Masculina e Feminina, criando a Tropa I com duas patrulhas (Coruja e Jaguar) e a Tropa II com outras duas patrulhas (Águia e Pantera).

Em 2013, por meio de votação, os escoteiros escolheram o novo nome da tropa, que passou a se chamar Tropa Escoteira Galápagos – nome escolhido por conta de um jogo que fez muito sucesso: “As Tartarugas Gigantes de Galápagos”. Depois desse jogo, os jovens sempre perguntavam: “mas isso é de Galápagos?”. Ser “de Galápagos” virou referência para algo muito legal – ou, como diria o Chefe Leo Alcides: super-pururuca!

Escotistas

Tropa Escoteira Andrômeda

História

Fundada em 2018, a Tropa Escoteira Andrômeda é a seção mais nova do GEJA. Surgiu a partir da demanda gerada pelos Lobinhos em transição para o Ramo Escoteiro e por pessoas da comunidade interessadas em ingressar no Escotismo — como não havia vagas em nenhuma das outras tropas escoteiras, após reuniões com os pais dos interessados foi decidido pela abertura da nova seção.

Os nomes da tropa e das patrulhas foram escolhidos pelos próprios jovens, que também elaboraram o grito de tropa e, atualmente, estão trabalhando na bandeira da seção.

Escotistas

Tropa Sênior Ibiajara

História

O Ramo Sênior era dividido em duas tropas: a Tropa Feminina de Guias (com as patrulhas Jaminawá, Suya e Apinaje) e a Tropa Masculina Sênior (com as patrulhas Guarani, Assurini e Potiguara).

A Tropa de Guias foi formada pela Chefe Dorinha, que veio do Grupo Escoteiro Salgado Filho e recebeu algumas escoteiras vindas da Tropa Escoteira – Heloisa, Gabriela, Cristiane Roos, Cristiane Mandela, Patrícia, Adriana Chaves, Juliana, Rilvania e Leila. Os primeiros membros da Tropa Sênior foram Ezequiel e Ivan.

As seções foram unificadas em 1996, transformando-se na Tropa Sênior Mista. Nessa época, André Luiz S. de Andrade era o presidente da Corte de Honra. Além da Chefe Dorinha, também atuaram com escotistas o Chefe Seabra e a Chefe Sofia.

Em 2016 a Tropa adotou o nome de Tropa Sênior Ibiajara, que significa “Senhor do Planalto”.

Escotistas

Clã Pioneiro Piocãmecrã

História

A primeira tentativa de formar um Clã Pioneiro no GEJA foi em 1986. Era um projeto que tinha como objetivo principal não perder os Sêniores e as Guias que, ao sair do grupo, se distanciavam do movimento escoteiro. Além disso, a ideia também era formar uma plataforma de formação dos futuros chefes – uma proposta bem simples, mas uma possível solução na época. Infelizmente, não deu certo, já que este não era um verdadeiro Clã e sim um atrativo para formar chefes.

Em 1988/1989 a ideia de montar um Clã foi retomada. O projeto era mais maduro, porém faltou apoio intelectual e institucional da UEB. Também não vingou, mas a vontade de se ter um Clã no GEJA foi despertada. Em 1991, o Chefe Willer sondava um escotista com larga experiência no escotismo mundial: era uma pessoa extremamente culta, holística, “cidadã do mundo” e com forte personalidade. Tratava-se da Chefe Roseana Aben-Athar Kipman, esposa de Igor Kipman. Depois de contatos e negociações, Roseana ingressou no GEJA com a missão de analisar o contexto e fundar o Clã Pioneiro. No primeiro semestre de 1992, finalmente, o Clã foi de fato fundado. Os primeiros membros foram Adriana Chaves, Eloisa Guimarães, Gabriela Passos, Luciano e Augusto Willer.

Roseana instituiu um conjunto de rituais e cerimônias que muito marcaram os jovens da época. A maior parte era baseada na história dos cavaleiros da Távola Redonda e do Rei Arthur, como era comum naquele período. Roseana priorizava bem a ideia de coaching, focava na progressão dos jovens, trabalhava atividades de serviço à comunidade e no investimento do projeto pessoal dos pioneiros.

O Clã seguiu forte até 1997/1998, quando Roseana partiu em missão diplomática. Isso enfraqueceu os trabalhos, levando o GEJA a passar um longo período sem o ramo pioneiro. Em meados de 2013, o Chefe José Leite reabriu o Clã, que perdura até os dias atuais.

Grito do Clã

Força relevante na vontade de chegar,
amigos necessários para se realizar,
pioneiros na estrada o mundo a conquistar,
o Clã é união conhecendo a imensidão,
escotismo é a vida cheia de emoção.
Piocãmecrã, Piocãmecrã, GEJA!

Carta Pioneira

A Carta Pioneira é o regulamento do Clã. Nela estão estabelecidas as regras de funcionamento e conduta, a estrutura administrativa e os normas.
Clique aqui para abrir a Carta Pioneira do Piocãmecrã em uma nova janela.

Escotistas

Diretoria do GEJA - Gestão 2019-2021

Dirigentes

Galeria de Honra

A Galeria de Honra do GEJA é formada pelos jovens que conquistaram os distintivos máximos em cada Ramo.

Se você conhece alguém do GEJA que conquistou um distintivo máximo e não está nesta lista, envie um e-mail para geja@escoteirosdf.org.br para atualizarmos a Galeria!

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional ao Lobinho especialmente recomendado pelos escotistas da Alcateia que:

  • Tenha conquistado todas as atividades previstas no 2o Guia do Caminho da Jângal;
  • Tenha participado de, no mínimo, três acampamentos ou acantonamentos;
  • Tenha conquistado, no mínimo, cinco especialidades distribuídas em pelo menos três ramos de conhecimentos diferentes;
  • Tenha conquistado uma das cinco Insígnias de Interesse Especial do Ramo Lobinho: Insígnia Mundial Escoteira de Meio Ambiente, ou a Insígnia da Lusofonia, ou Insígnia do Cone Sul, ou a Insígnia da Boa Ação, ou a Insígnia do Aprender;
  • Seja recomendado pelos Velhos Lobos e pela Roca de Conselho por ser um Lobinho dedicado, frequente às atividades da Alcateia e cumpridor da Lei e Promessa do Lobinho.

Relação de Lobinhos que conquistaram o Cruzeiro do Sul

  • ADRIANO ANDRIOLE COSTA
  • AMANDA LAÍS BESSA BATISTA
  • ANA BEATRIZ ALVES ARRUDA
  • ANA CLAUDIA MARTINS TINOCO
  • ANNE AKEMI DANTAS KOBAYASHI
  • ARTHUR CARRIJO WILLER
  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • BRUNA RODRIGUES ALVES LOPES
  • CAIO TÔRRES DOS SANTOS
  • DEBORAH SILVA CORTES
  • EDUARDO MAIA JUNQUEIRA
  • EDUARDO MONTENEGRO GENERINO DE ANDRADE
  • EDUARDO RODRIGUES ALVES LOPES
  • EMERSON DA MOTTA WILLER
  • FELIPE SILVÉRIO DE OLIVEIRA
  • GABRIEL RIVERA BONILAURI CHARÃO
  • GABRIELA OLIVEIRA ZAIDAN
  • IGOR YUKI DA COSTA SATO
  • ISABEL PEREIRA MATOS
  • JOÃO PEDRO MARTINS FRANÇA
  • JOHIL ANTONIO CARVALHO DA CRUZ JÚNIOR
  • JOSÉ RENATO DA COSTA NOBREGA
  • JULIA BARREIRA DE CARVALHO
  • JULIA DE CARVALHO PESSOA
  • JÚLIA GOZZER LINS
  • KAUÃ MARÇAL ARAUJO ELIAS DE ALMEIDA
  • KIRA POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA
  • LARA SILVA ZANOTTA
  • LEO ALCIDES DA COSTA
  • LIDIA COSMO DE BARROS
  • LIS GARBOGGINI LIMA SANTOS
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA
  • MANUELA COSTA SANTI
  • NATHAN VIDAL WILLER
  • PEDRO HENRIQUE RODRIGUES QUINTAO
  • SANTIAGO ALCIDES DA COSTA
  • SARAH SOPHIE VIANA NOVAES DE ALMEIDA
  • THÉO DE MOURA LEON
  • VICTOR KLEIN SILVESTRE MALECHA SGARBOSA
  • VICTORIA MASCARENHAS CANTALUPPI
  • VITOR EMMANUEL RIVERA BONILAURI CHARÃO
  • YANN POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao Escoteiro especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades previstas no Guia da Aventura Escoteira – Rumo e Travessia;
  • Possuir o Cordão Vermelho e Branco;
  • Possuir uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Escoteiro: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul, Insígnia da Ação Comunitária ou a Insígnia do Aprender;
  • Possuir pelo menos 10 noites de acampamento, como Escoteiro, com sua Patrulha ou Tropa Escoteira;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aviador, Grumete e Explorador), do Ramo Escoteiro.

Relação de Escoteiros que conquistaram o Lis de Ouro

  • AUGUSTO CESAR DA MOTTA WILLER
  • EMERSON DA MOTTA WILLER
  • GLAUBER CARVALHO CRUZ
  • JOÃO PEDRO MARTINS FRANÇA
  • JOSE RENATO DA COSTA NOBREGA
  • KAUÃ MARÇAL ARAUJO ELIAS DE ALMEIDA
  • KIRA POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA
  • LAURA MARIA DA COSTA NOBREGA
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA
  • MARIA GALIANA CRISPIM MILHOMEM (1995)
  • REJANE FURTADO DE ASSUNÇÃO
  • RICARDO AUGUSTO SOUSA DE ANDRADE
  • SANTIAGO ALCIDES DA COSTA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades da Etapa Azimute;
  • Tenha conquistado o Cordão Dourado;
  • Possua uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Sênior: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul, Insígnia do Desafio Comunitário ou a Insígnia do Aprender;
  • Possua pelo menos 10 noites de acampamento, como Sênior, com sua Patrulha ou Tropa;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aeronauta, Naval ou Mateiro), do Ramo Sênior.

Relação de jovens que conquistaram o distintivo de Escoteiro da Pátria

  • AUGUSTO CESAR DA MOTTA WILLER
  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • EZEQUIEL DOS SANTOS SOUZA
  • ISABEL CRISTINA RODRIGUES DOS SANTOS
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos Mestres Pioneiros e pelo Conselho de Clã, que:

  • Tenha realizado 100% das atividades do Guia do Projeto Pioneiro;
  • Tenha revisado seu Plano de Desenvolvimento Pessoal (Projeto de Vida);
  • Tenha elaborado e executado um projeto pessoal, de relevância, com duração de no mínimo quatro meses, de sua livre escolha, cujo conteúdo seja aprovado pela Comissão Administrativa do Clã, que deverá cobrir os seguintes aspectos:
    – Cujo conteúdo atenda uma das áreas prioritárias: Serviço, Natureza, Trabalho ou Viagem;
    – Escolha da ideia;
    – Planejamento e programação;
    – Organização;
    – Coordenação;
    – Execução;
    – Avaliação;
    – Relatório.

Relação de jovens que conquistaram a Insígnia de B-P

  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • BRUNA RODRIGUES ALVES LOPES
  • ISABEL CRISTINA RODRIGUES DOS SANTOS

Calendário GEJA

Controle de Vagas