Glossário Escoteiro

Conheça alguns termos e expressões usados por escoteiros no Brasil

Atividades

Atividade que prevê o uso de barracas para pernoite(s) no campo.

Atividade que prevê a utilização de abrigos (casas, galpões, garagens etc.) existentes (sem barracas) para pernoite(s).

Bivaque, palavra derivada do alemão beiwache, ou do francês bivouac, que significa: área de estacionamento em que você só dispõe de abrigos naturais, especialmente árvores, cavernas ou pedras planas. Bivaque é a técnica de se dormir na natureza sem a utilização de barracas, com o maior conforto possível e a menor agressão ao meio ambiente, é a arte de se abrigar sob as estrelas e de enfrentar as piores situações possíveis com muita criatividade. Os bivaques podem ser feitos com abrigos naturais ou construídos.

Atualmente, o termo também é utilizado para atividades de preparação para acampamentos ou para instruções técnicas que necessitam de tempo maior do que o disponível em atividades de sede.

De 29 de julho a 9 de agosto de 1907, vinte rapazes e Robert Baden-Powell participaram do primeiro acampamento escoteiro da história. O lugar era a Ilha de Brownsea, na baía de Poole na costa sul da Inglaterra. Sir Percy Everett, um participante do acampamento, recorda-se deste evento “Durante o verão de 1907, o Chefe gradualmente foi completando seus planos para o acampamento. Ele teve sorte bastante para conseguir com um amigo, Sr. Charles van Raalte, a cessão de uma porção da Ilha de Brownsea. A Ilha era ideal para a proposta. Ela tem aproximadamente duas milhas (3,22 km) de comprimento e uma milha (1,61 km) de largura, com muitos bosques e com dois lagos no centro e bastante do que nós chamávamos agora de “bom terreno escoteiro” e com um litoral no sudeste arenoso, onde o campo foi montado.

brownseareunionheader04
Croqui da área do acampamento na Ilha de Brownsea

“Eu proponho”, escreveu Robert Baden-Powell, “fazer uma acampamento com 18 meninos escolhidos para aprender “scouting” por uma semana nas férias de agosto… O acampamento, por gentil permissão de C. Van Raalte, será realizado na Ilha de Brownsea…”.

Como qualquer chefe escoteiro depois dele, continuou sua carta destacando o adestramento que pretendia dar aos meninos e assegurando aos pais que “todo o alimento, cozinha, higiene, etc…, seria cuidadosamente observado”. Incluiu uma lista de roupas e do material necessário para acampar. Pediu que cada menino viesse para o acampamento sabendo o uso de três nós simples – nó direito, escota e volta do fiel – e providenciassem esboços dos nós que pudessem não saber. Baden Powell com jovens na Ilha de Brownsea.

Em conclusão ele escreveu: “Se você deseja enviar seu filho para o acampamento nestas condições, por favor avise-me e enviarei detalhes de como treiná-los, etc.”.

Poucos dias mais tarde – em 17 de junho de 1907 – ele enviou convites semelhantes para as Companhias das Brigadas de Meninos de Bournemouth – para escolher 6 de seus membros, e para as Brigadas dos Meninos de Poole – 3 de seus membros, para juntar-se a ele – meninos de escolas secundárias, meninos de fazendas, filhos de famílias da classe operária.

Os convites para ir acampar com o famoso general Robert Stephenson Smyth Baden-Powell foram aceitos com entusiasmo. Quem não gostaria de passar uma semana com o “Herói de Mafeking” – o apelido que Baden-Powell ganhou como defensor da sitiada Mafeking durante a guerra dos Boers, na virada do século!

Ele convidou um de seus velhos companheiros de armas, o Major Keneth McLaren para que o acompanhasse como assistente.

O Chefe escolheu os rapazes, vinte no total, filhos de amigos de Eton, de escolas públicas, garotos pobres da zona leste de Londres e alguns alunos da escola secundária das vizinhanças de Bourenmouth, que foram recrutados pelo Sr. G. W. Green, de Poole, um homem que por anos trabalhou com escoteiros na sua cidade natal.

Os jovens foram divididos em quatro patrulhas: Corvos, Lobos, Maçaricos e Touros (assim estes foram os primeiros nomes usados por patrulhas escoteiras).

bp-brownsea
Baden-Powell no acampamento da Ilha de Brownsea

As patrulhas acampavam por sua conta, sob a direção de seus próprios monitores, com total responsabilidade pela sua honra de levar adiante os desejos do Chefe e com grande eficiência.

Mas as memórias mais vividas de todas eram os fogos de conselho, antes das orações e do apagar das luzes. Ao redor do fogo a noite o Chefe nos contava algumas histórias assustadores, conduzia ele mesmo o canto Eengonyama e com seu jeito inimitável atraia a atenção de todos.

Eu ainda posso vê-lo como ele ficava diante da luz, alerta, cheio de alegria e de vida, um momento grave, outro alegre, respondendo todas as questões, imitando o chamado dos pássaros, mostrando como tocaiar um animal selvagem, contando uma história curta, dançando e cantando ao redor do fogo, mostrando uma moral, não apenas em palavras, mas usando histórias e convencendo a todos presentes, rapazes e adultos, que estavam prontos para segui-lo em qualquer direção”.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ilha_de_Brownsea&action=history

Cerimônia escoteira realizada junto a uma fogueira na última noite de acampamento.

Reunião de Escoteiros, realizada de quatro em quatro anos, em local previamente escolhido. Pode ser nacional ou internacional.

Reunião escoteira utilizando o Radio, realizada no terceiro final de semana do mês de outubro.

Reunião escoteira utilizado a Internet, realizada no terceiro final de semana do mês de outubro.

Cerimônia escoteira realizada quando não existem condições de fazer um Fogo de Conselho, devido a motivos climáticos ou questões de segurança.

Funções

Adulto responsável por uma Alcateia, como Chefe de Seção. Referência ao lobo líder na História da Jângal.

Escotista ou dirigente que acompanha e apoia outro adulto durante um período de seu processo de formação. Suas características são: atuar na mesma estrutura em que atua aquele a quem assessora ou na mais próxima possível; ter maior conhecimento e vivência do Movimento Escoteiro, estar na mesma linha daquele a quem assessora, ter um nível cultural apropriado ao daquele a quem apoia; ter na vida uma posição de maior experiência e maturidade; e estar qualificado pela UEB para desempenhar esta função.

O APF é designado pela diretoria do órgão que desenvolveu o processo de captação onde o adulto captado irá atuar. É fundamental que a escolha do APF seja em comum acordo entre o escotista/dirigente e o diretor do órgão que irá atuar.

Pantera negra da história da Jângal.

Urso da história da Jângal.

Macacos da história da Jângal.

Nome genérico dado ao escotista (ou ao dirigente) que dirige ou assiste uma seção.

Reunião dos monitores da seção (ramo Escoteiro ou Sênior), que, aconselhados pelo Chefe da Tropa, decidem sobre a administração da seção, competições, finanças e disciplina. Podem participar os sub-monitores se convidados.

Dirigente institucional é o adulto responsável pela condução da instituição em todos os seus níveis (nacional, regional ou local) exercendo funções de membros das diretorias ou de comissões fiscais e de ética. Eles são nomeados pela respectiva diretoria ou eleitos para seus cargos ou funções pelas assembleias dos níveis correspondentes. Cada dirigente é acompanhado por um Assessor Pessoal de Formação (APF) e formaliza um Acordo de Trabalho Voluntário com a diretoria do órgão que atuará.

Escotista é o adulto responsável pelo desenvolvimento e pela aplicação do programa educativo aos membros juvenis; ou seja, os Chefes de Seção e os Assistentes da Seção. Eles são designados para suas funções pela Diretoria do Grupo. Cada escotista é acompanhado por um Assessor Pessoal de Formação (APF) e formaliza um Acordo de Trabalho Voluntário com o diretor presidente do Grupo Escoteiro.

Jovem eleito diretamente por seus companheiros de patrulha, nos Ramos Escoteiro e Sênior, que tem como tarefa primordial coordenar o trabalho da patrulha.

Jovem eleito diretamente por seus companheiros de patrulha ou indicado pelo seu Monitor, que tem como tarefa primordial colaborar com o Monitor em suas responsabilidades de coordenação.

Pessoas

Robert Stephenson Smyth Baden-Powell (Londres, 22 de Fevereiro de 1857 — Nyeri, 8 de Janeiro de 1941) foi um tenente-general do Exército Britânico, fundador do escotismo.

Seu pai era o reverendo Baden Powell, professor catedrático em Oxford. Sua mãe era filha do almirante inglês W. T. Smyth. Seu bisavô, Joseph Brewer Smyth, tinha ido como colonizador para Nova Jersey (Estados Unidos) mas voltou para a Inglaterra e naufragou na viagem de regresso.

Seu pai morreu quando Robert Baden-Powell tinha apenas 3 anos, deixando a sua mãe com sete filhos, dos quais o mais velho tinha 12 anos e o mais novo apenas 1 mês de vida. Robert viveu uma bela vida ao ar livre com seus quatro irmãos, excursionando e acampando com eles em muitos lugares da Inglaterra.

Em 1870 Baden-Powell (B-P) ingressou na Escola Charterhouse em Londres com uma bolsa de estudos. Não era um estudante que se destacasse especialmente dos outros, mas era um dos mais vivos.

Após a Segunda guerra mundial, O nome de Robert foi encontrado no Livro Negro, sendo ele também, um dos alvos do Terceiro Reich.

Fonte: https://www.wikiwand.com/pt/Robert_Baden-Powell

Definições

Elemento do Método Escoteiro que é um convite pessoal a cada membro juvenil e adulto que faça sua Promessa Escoteira e, desta maneira, se comprometa livremente diante de seu grupo de amigos, a ser fiel à palavra dada e fazer o seu melhor possível para viver de acordo com a Lei Escoteira.

Arganel de lenço para Escotista ou Dirigentes do GE no formato do nó “cabeça de turco”, após a conclusão do Nível Intermediário em sua linha de formação.

Dimensões da personalidade que, em conjunto, compreendem a totalidade das expressões do ser humano e que, para efeitos didáticos, a proposta educativa do Movimento Escoteiro expressa separadamente. As áreas de desenvolvimento são: físico, intelectual, social, afetivo, espiritual e do caráter.

Anel confeccionado usualmente em couro, utilizado para unir as duas pontas do lenço escoteiro, mantendo-o junto ao pescoço.

São todas aquelas ações que os jovens realizam, dentro e fora do Movimento Escoteiro, e que lhe permitem viver experiências pessoais que contribuam para incorporar competências baseadas na propostas dos objetivos educativos.

Atividades promovidas pela Organização Mundial do Movimento Escoteiro ou por alguma Organização Nacional, destinada aos membros do Movimento Escoteiro, que valoriza a fraternidade escoteira mundial. As mais destacadas atividades internacionais são o Jamboree Escoteiro Mundial, o Rover Moot e a Conferência Escoteira Mundial.

É o espaço ou local, idealmente exclusivo, que uma patrulha ocupa para realizar suas reuniões e guardar seus pertences. É um de seus símbolos principais de identidade e surge como manifestação básica da necessidade de conquista de territórios, peculiar nesta idade.

Documento elaborado e aprovado pelo próprio Clã Pioneiro que define suas questões de identidade e estrutura, estabelece as normas de relacionamento e as regras de gestão administrativa.

Cerimônia em que se reconhece formalmente o ingresso de um membro do Movimento Escoteiro na Unidade Escoteira Local, onde é entregue o lenço, símbolo de sua adesão à organização.

Período (de duração variada, conforme o Ramo e a necessidade de cada Seção) durante o qual se diagnostica o avanço da Seção e são selecionadas, organizadas, desenvolvidas e avaliadas as atividades, ao mesmo tempo em que se avalia e reconhece o desenvolvimento pessoal dos membros juvenis.

Cozinha não convencional onde são utilizados apetrechos diversos como: folhas, espetos, cascas dos alimentos para servirem de anteparos.

É o distintivo máximo do Ramo Lobinho.

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional ao Lobinho especialmente recomendado pelos escotistas da Alcateia que:

Tenha conquistado todas as atividades previstas no 2 o Guia do Caminho da Jângal;
Tenha participado de, no mínimo, três acampamentos ou acantonamentos;
Tenha conquistado, no mínimo, cinco especialidades em pelo menos três ramos de conhecimentos diferentes;
Tenha conquistado uma das quatro Insígnias de Interesse Especial do Ramo Lobinho: Insígnia Mundial Escoteira de Meio Ambiente, ou a Insígnia da Lusofonia, ou Insígnia do Cone Sul, ou a Insígnia da Boa Ação;
Seja recomendado pelos Velhos Lobos e pela Roca de Conselho por ser um Lobinho dedicado, frequente às atividades da Alcateia e cumpridor da Lei e Promessa do Lobinho.
É um distintivo redondo de tecido azul marinho, com um círculo tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, ambos em dourado.

Distintivo que indica a participação do jovem em um evento específico. É usado no uniforme ou vestuário escoteiro por um tempo determinado.

Indicação da principal necessidade dos membros juvenis, em cada Ramo, para o seu desenvolvimento integral e harmônico, em direção ao propósito do escotismo. As ênfases são:

  • Física;
  • Afetiva;
  • Espiritual;
  • Social;
  • Caráter;
  • Intelectual.

É o distintivo máximo do Ramo Sênior.

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades da Etapa Azimute;
  • Tenha conquistado o Cordão Dourado;
  • Possua uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Sênior: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul ou Insígnia do Desafio Comunitário;
  • Possua pelo menos 10 noites de acampamento, como Sênior, com sua Patrulha ou Tropa;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aeronauta, Naval ou Mateiro), do Ramo Sênior.

É um distintivo em forma de elipse, na cor verde, dentro do qual estão bordadas as Armas da República, em dourado e prata.

O Escotismo é um movimento educacional de jovens, com a colaboração de adultos, voluntário, sem vínculos político-partidários, que valoriza a participação de pessoas de todas as origens sociais, raças e crenças, de acordo com o propósito, os princípios e o Método Escoteiro concebido pelo fundador, Baden-Powell.

As Especialidades são atividades complementares, individuais e voluntárias que os membros juvenis desenvolvem de forma paralela ao calendário de atividades da Seção, com objetivo fomentar a aquisição e o exercício em torno de um tema específico, estimular o desenvolvimento de suas aptidões naturais, motivar a exploração de novos interesses, melhorar sua autoestima e contribuir para que prestem um serviço mais qualificado.

O interesse em conquistar Especialidades deve partir do próprio jovem. Para a conquista de uma especialidade, o jovem deve procurar o Chefe de Seção e conversar sobre seu interesse. O Chefe fará a orientação necessária para que o próprio jovem cumpra os itens necessários e seja avaliado para obter o distintivo da especialidade correspondente. Não há limite para a quantidade de especialidades que podem ser conquistadas.

Documento que contém informações pessoais relativas a cada pessoa que faz parte do Movimento Escoteiro, e na qual se incluem dados de identificação individual e familiar, histórico escoteiro e informações sobre saúde.

Conjunto de conceitos que caracterizam o que é o Movimento Escoteiro, formado por “Definição”, “Propósito”, “Princípios” e “Método Escoteiro”. Os Fundamentos, apesar de admitirem redações distintas por questões de língua, são os mesmos em todo o mundo.

Publicação destinada aos membros juvenis, que complementa a animação do programa oferecido nas Seções, e que facilita o acompanhamento e avaliação de sua progressão pessoal. Existem Guias específicos para cada Ramo.

Reunião dos Escotistas e Dirigentes do grupo. Eventualmente podem ser convidados os Pioneiros ou outros colaboradores do grupo escoteiro, conforme a natureza dos assuntos a serem tratados.

É o distintivo máximo do Ramo Pioneiro.

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos Mestres Pioneiros e pelo Conselho de Clã, que:

  • Tenha realizado 100% das atividades do Guia do Projeto Pioneiro;
  • Tenha revisado seu Plano de Desenvolvimento Pessoal (Projeto de Vida);
  • Tenha elaborado e executado um projeto pessoal, de relevância, com duração de no mínimo quatro meses, de sua livre escolha, cujo conteúdo seja aprovado pela Comissão Administrativa do Clã, que deverá cobrir os seguintes aspectos:
    • Cujo conteúdo atenda uma das áreas prioritárias: Serviço, Natureza, Trabalho ou Viagem;
    • Escolha da ideia;
    • Planejamento e programação;
    • Organização;
    • Coordenação;
    • Execução;
    • Avaliação;
    • Relatório.

A Insígnia de BP é um distintivo em forma de elipse, na cor vermelha, dentro do qual está bordada a
flor de lis, a forquilha pioneira e a assinatura de BP.

Instrumento educativo por meio do qual se expressam de maneira compreensível, para os jovens, os valores do projeto educativo escoteiro, que podem ser entendidos e vividos em sua idade. Os jovens aderem à Lei por meio de sua Promessa.

Frase que resume e relembra a Promessa. O lema dos lobinhos e lobinhas é “Melhor Possível”; dos escoteiros e escoteiras, seniores e guias, é “Sempre Alerta”; dos pioneiros e pioneiras é “Servir”; e dos escotistas e dirigentes é “Sempre Alerta”.

É o distintivo máximo do Ramo Escoteiro.

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao Escoteiro especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades previstas no Guia da Aventura Escoteira – Rumo e Travessia;
  • Possuir o Cordão Vermelho e Branco;
  • Possuir uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Escoteiro: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul ou Insígnia da Ação Comunitária;
  • Possuir pelo menos 10 noites de acampamento, como Escoteiro, com sua Patrulha ou Tropa Escoteira;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aviador, Grumete e Explorador), do Ramo Escoteiro.

É um distintivo em forma de elipse, na cor azul, dentro do qual está bordada a flor de lis, em dourado.

É o livro (pode ser em papel ou eletrônico) no qual se registram todos os acontecimento importantes da vida da patrulha e de seus integrantes. É um documento histórico que se guarda em um lugar especial, onde se anotam atividades, fotos, cerimônias e outros momentos especiais.

Recurso metodológico de caráter simbólico representado, em cada Ramo, uma resposta aos interesses próprios dos membros juvenis e, também, um apoio para atender à ênfase educativa. Na prática educativa, se manifesta na evocação contínua e na transferência simbólica dos exemplos oferecidos pelos por personagens, protagonistas ou ações que servem como referência.

Unidade operacional de uma Seção do Ramo Lobinho (Alcateia), de maneira a facilitar a organização e atividades. Diferente da Patrulha (Ramos Escoteiro e Sênior), a Matilha sofre mudanças periódicas e não tem autossuficiência.

Sistema de autoeducação progressiva, baseado na interação de cinco princípios: a adesão à Lei e à Promessa; aprendizagem pela ação; o sistema de equipes; um sistema de atividades atraentes aos jovens; e a presença estimulante do adulto no acompanhamento do desenvolvimento dos membros juvenis.

Por meio de um sistema de valores baseado em princípios espirituais, sociais e pessoais, expressados na Lei e na Promessa, a missão do Escotismo é contribuir para a educação dos jovens para que participem da construção de um mundo melhor, no qual as pessoas se desenvolvam plenamente e desempenhem um papel construtivo na sociedade. Isto é alcançado aplicando-se o método escoteiro, que converte o jovem no principal agente de seu desenvolvimento, para que chegue a ser uma pessoa autônoma, responsável, solidária e comprometida.

De um modo geral, são conhecimentos, atitudes e habilidades que o processo de formação trata de fazer com que sejam alcançados pelo sujeito como educando. São formados por uma sequencia de passos intermediários em direção aos Objetivos Finais, descritos para cada faixa etária, cobrindo todas as áreas de desenvolvimento.

Descrevem, em cada área de desenvolvimento, as condutas que os jovens podem aspirar ter alcançado, no momento do término da sua jornada como jovem no Movimento Escoteiro, aos 21 anos. Os objetivos finais foram definidos com base no projeto educativo do Movimento Escoteiro e tornam concreto o perfil de saída enunciado no projeto.

Cerimônia que marca a transferência de um membro juvenil de um Ramo para o seguinte, e que possui características específicas para cada Ramo. Deve ser a conclusão de um processo de transição, e basicamente se constitui em uma despedida, por um lado, e uma recepção fraterna, de outro.

Nas Tropa dos Ramos Escoteiro e Sênior , forma de organização e aprendizagem por meio da qual jovens amigos integram com liberdade e ânimo permanente um pequeno grupo com identidade própria, com a intenção de desfrutar sua amizade, apoiar-se mutuamente no desenvolvimento pessoal, se comprometer com um projeto comum e interagir com outros grupos similares.

Sistema de gestão de unidades escoteiras, online, que administra todas as operações da organização escoteira, inclusive Ficha Individual, inscrição em eventos e cadastro de atividades. O acesso pode ser pelo Paxtu Administrativo, destinado aos adultos das Unidades, ou pelo Meu Paxtu, destinado ao acesso individual.

Processo de duração variável que se inicia no momento do ingresso de um jovem em uma Seção e que termina com a Cerimônia de Integração, a entrega do distintivo da etapa correspondente de sua progressão e, se for o caso, da Cerimônia de Promessa. Neste período o jovem se integra à Seção e se familiariza com o ambiente e sistema de competências e atividades.

Marco referencial de valores essenciais do Movimento Escoteiro que constituem seu ideário e são a base de sua proposta. Estão ordenados em três grupos que consideram a relação do homem com Deus, com os demais e consigo mesmo.

É o conjunto de atividades e vivências que são oferecidos aos membros juvenis no Movimento Escoteiro, colocado em prática por meio do Método Escoteiro e fundamentado nos Princípios. Deve atender à ênfase educativa e os interesses dos membros juvenis em cada Ramo, mantendo-se atualizado, relevante e interessante. O programa é adaptado para as diferentes circunstâncias onde é aplicado, conforme época e local.

Como parte do Programa Educativo, o Escotismo utiliza um Sistema de Avaliação da Progressão Pessoal, que visa oferecer ao jovem e ao escotista alguns indicadores para avaliar o crescimento pessoal de cada jovem. Esses indicadores revelam não só o impacto das atividades escoteiras nos jovens, mas também pontos fortes e fracos de cada um, o que permite uma intervenção educativa mais direta e eficiente por parte dos Escotistas.

Para efeitos de avaliação do processo educativo do Escotismo, todo o sistema foi baseado na malha de objetivos educativos do Movimento Escoteiro. A malha de objetivos foi formulada a partir de uma descrição do que chamamos de perfil de saída, ou seja, da descrição de como gostaríamos que fossem as condutas de alguém que, depois de viver um bom período como “escoteiro”, deixasse o Movimento ao contemplar os 21 anos de idade. A estas condutas, que estão dentro das seis áreas de desenvolvimento, chamamos de OBJETIVOS FINAIS ou OBJETIVOS TERMINAIS. Para que alguém alcance esses objetivos finais deve-se, em cada período e fase de desenvolvimento, adquirir as condutas que levem em direção a estes. A estas condutas damos o nome de OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ou OBJETIVOS EDUCATIVOS. São as condutas que esperamos que cada pessoa demonstre, em cada estágio de desenvolvimento, pois caracterizam as condutas apropriadas para aquele período ou fase, e são característica da maioria das pessoas.

Elemento fundamental do Método Escoteiro que consiste num compromisso livre e voluntário, ante si mesmo e os demais, para amar a Deus, servir ao seu país, trabalhar pela paz e viver a Lei Escoteira.

Divisão com uma quantidade máxima de membros juvenis de um determinado Ramo, com organização e equipe de escotistas própria. Recebem denominações ligadas ao Marco Simbólico de cada Ramo, e são: Ramo Lobinho – Alcateia (com máximo de 24 crianças), Ramo Escoteiro – Tropa (com no máximo 32 adolescentes), Ramos Sênior – Tropa (com no máximo 24 adolescentes) e Ramo Pioneiro – Clã (sem um número máximo de jovens).

Como princípio do Movimento Escoteiro, é um valor, pois convida o jovem a assumir uma atitude solidária ante a comunidade. Como elemento do método escoteiro, a aprendizagem por meio do serviço é promovida como forma de exploração da realidade, de autoconhecimento e construção da autoimagem, de descoberta de outras dimensões culturais e sociais e de estímulo a iniciativas de mudança e transformação da vida em comum.

Elemento componente do Método Escoteiro que promove o “senso de pertencer” a pequenos grupos de jovens de idades similares, como forma de acelerar a sociabilizarão, facilitar a identificação com objetivos comuns, ensinar a estabelecer vínculos profundos com outras pessoas, estimular a progressiva aceitação de responsabilidades, promover a autoconfiança e criar um espaço privilegiado para que o jovem cresça e se desenvolva.

É a aplicação do sistema de equipes nos Ramos Escoteiro e Sênior, que se constrói sobre a base de um dos dinamismos essenciais dos jovens: o grupo informal de amigos. O sistema de patrulhas, ao organizar o grupo informal de amigos, o transforma em comunidade de aprendizagem.

Rolar para cima

Formulário de envio de Projeto de Vida

Se você é pioneiro(a), um dos seus itens de progressão é fazer um projeto de vida. Esse formulário é a versão on line do modelo que está no seu Guia Pioneiro, portanto fique à vontade para utilizá-lo.

Identificação

Minha Visão de Futuro

Como me vejo daqui a cinco anos? Redija textos curtos, representativos da sua visão de futuro em cada uma das seis áreas de desenvolvimento.

Metas para o ano atual

Quais os passos intermediários necessários para alcançar sua visão de futuro e que podem ser dados neste ano? Liste uma ou duas metas a serem alcançadas neste ano. As metas devem ser claras e factíveis.
Visão 1: QF - Físico (corpo)
Visão 2: QI - Mental (mente) => denominamos "intelectual"
Visão 3: QC - Coletiva (sociedade) => denominamos "social"
Visão 4: QE - Emocional (coração) => denominamos "afetivo"
Visão 5: QS - Espiritual (espírito)
Visão 6: QV - Caráter (valores)

Plano de Ação

Crie o seu Plano de Ação! Para cada meta, liste as tarefas e prazos a serem cumpridos para alcançá-la, incluindo os recursos necessários. Lembre-se de prever tarefas exequíveis, mas que tragam algum desafio.
Meta 1a
Meta 1b
Meta 2a
Meta 2b
Meta 3a
Meta 3b
Meta 4a
Meta 4b
Meta 5a
Meta 5b
Meta 6a
Meta 6b

Encerramento

Use este espaço para escrever qualquer observação, meta intermediária, anotação etc. que possa ajudar no futuro. Talvez uma referência, um texto interessante, um comentário, um pensamento...
Se quiser, você também pode anexar um ou mais arquivos ao seu Projeto de Vida. Isso pode ser útil, por exemplo, no caso de um portfólio, um currículo, uma carta de intenções ou outros documentos. O Projeto é seu, então vale qualquer coisa que você quiser! Para anexar mais de um arquivo, mantenha a tecla Control (CTRL) apertada enquanto seleciona os arquivos.

Cadastro de Instrutores

Entrar com a sua conta