Saiba mais sobre o GEJA

Temos mais de 40 anos de boas atividades escoteiras!

A ideia da fundação do GEJA partiu dos Chefes Inácio Ferreira Dantas e Jaire Peres de Vasconcellos que assumiu a primeira direção do grupo. Inicialmente em fase de instalação o Grupo foi abrigado na paróquia Cura D’Ars, na Av. W-5, Quadra 915, ao lado do Colégio Objetivo.

Em 20/11/1977 foi concedida pela Região do Distrito Federal a autorização provisória de funcionamento e foram iniciados os trabalhos de composição da primeira Comissão Executiva, entre os pais dos meninos. Finalmente, em 10/12/1977, foram iniciadas as atividades do grupo, tendo sido feita a promessa de 14 jovens lobinhos e escoteiros, além da Comissão Executiva. Essa é considerada a data oficial de fundação do GEJA.

 

A pequena área que a Paróquia – por bondade do Pe. Ângelo – nos cedia – somente aos sábados à tarde – era disputada por outras pessoas ligadas à Igreja. Reuniões de pais e de sede eram problemáticas, pois nem sempre tínhamos local à nossa disposição.

No entanto, conseguimos formar as duas primeiras patrulhas e dar a eles condições de iniciarem sua vida escoteira, a ponto de que em janeiro de 1978 – após um mês da nossa fundação – três escoteiros do Grupo já participaram do AIP-78 (Acampamento Internacional de Patrulhas), realizado no Parque Saint-Hillaire, Porto Alegre, RS.

Em junho de 1978, graças a um trabalho devotado do Chefe Inácio, o SESC, através da Coordenação do Centro de Atividades Presidente Médici, na pessoa do Sr. Jonas, nos acolheu com extrema boa vontade, dando-nos local condigno para nossa sede, e com frequência disponibilizava todas as instalações de lazer do SESC, para as nossas atividades.

Com um ano de vida, em dezembro de 1978 estavam registrados como efetivos no GEJA:

  • Comissão Executiva: 8 diretores
  • Escotistas: 4
  • Instrutores: 3
  • Alcateia de Lobinhos: 10
  • Tropa de Escoteiros: 29
  • Tropa Sênior: 6
  • Total de 60 (sessenta) membros adultos e juvenis.

Após o período no SESC, o GEJA também esteve um tempo abrigado na Escola de Matemática, atrás da Escola Normal de Brasília (909 SUL).

Em 1980 foi editado o primeiro GEJORNAL em edição bimensal.

Em 1984 nossa sede foi transferida para a FUNCEP- Fundação Centro de Formação do Servidor Público, no Setor de Áreas Isoladas Sul – SAIS, Área 2 A, ao lado do Quartel do Corpo de Bombeiros da Asa Sul. Neste ano o GEJA foi um dos pioneiros na coeducação no Brasil, ao criar a sua Tropa de Guias Escoteiras e a Alcateia Feminina.

Em 1986, a FUNCEP foi transformada em Escola Nacional de Administração Pública, e a nova administração do órgão solicitou ao GEJA que buscasse outro local para sua sede. E, em 1987, após gestões junto ao Governo do Distrito Federal, ocorreu nova mudança para um prédio próximo ao estacionamento 6 do então Parque da Cidade Pithon Farias.

No Parque da Cidade de Brasília, já ocupamos quatro locais diferentes: após a primeira sede já citada, e em seguida no prédio da Administração do Parque, no prédio de área administrativa de apoio, junto ao estacionamento 8 e, finalmente, no local onde nos encontramos hoje, em um prédio próximo ao estacionamento 3, desde 2002, ano do nosso Jubileu de Prata.

Em 1987 foi adotado o atual logotipo, em substituição ao antigo símbolo adotado na sua fundação, e o lenço amarelo com debrum marrom, manteve-se ao longo dos anos com pequenas mudanças nos tons do amarelo, em razão das diferentes padronagens dos tecidos encontrados em cada período. Duas exceções, em relação ao padrão original do lenço de grupo, e que ocorreram no Lenço Comemorativo dos 25 anos que era na cor marrom com debrum amarelo e no Lenço Comemorativo dos 30 Anos que era branco com debruns amarelo e marrom e o símbolo homenageava os 100 anos do Escotismo e os trinta anos do grupo. Atualmente o lenço é amarelo com dois debruns na cor marrom. 

O GEJA é um Grupo Escoteiro, criado em 1977, ligado à Região Escoteira do Distrito Federal, que faz parte da União dos Escoteiros do Brasil, que representa no Brasil a Organização Mundial do Movimento Escoteiro.

Nossa sede fica no Estacionamento 3 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília (veja o Mapa). Nossas reuniões ocorrem aos sábados, das 14h30 às 18h00, e eventualmente realizamos atividades como acampamentos e excursões, dentro ou fora do Distrito Federal.

Nosso Grupo é composto por crianças dos 6 anos e meio aos jovens de 21 anos, divididos por faixa etária, em nossas Seções e por adultos voluntários, que atuam como Dirigentes (na administração do Grupo Escoteiro) ou como Escotistas (nas atividades junto com os jovens).

José de Anchieta foi um padre jesuíta espanhol, que nasceu em 19 de março de 1534 e faleceu em 9 de junho de 1597.

Veio ao Brasil com a segunda leva de jesuítas, junto com a esquadra de Duarte da Costa, segundo governador-geral do Brasil. Em 1554 participou da fundação do colégio da vila de São Paulo de Piratininga, núcleo da futura cidade que receberia o nome de São Paulo, onde também foi professor.

Escreveu cartas, sermões, poesias, a gramática da língua mais falada na costa brasileira (o tupi) e peças de teatro, tendo sido o representante do Teatro Jesuítico no Brasil. Sua obra pode ser considerada como a primeira manifestação literária em terras brasileiras. Contribuiu, dessa maneira, para a formação do que viria a ser a cultura brasileira. De toda a sua obra, destacam-se a Gramática da língua mais falada na costa do Brasil, De Gestis Mendi de Saa, Poema da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, Teatro de Anchieta e Cartas de Anchieta.

No dia 3 de abril de 2014, o Papa Francisco assinou o decreto que proclama a santidade do Padre Anchieta. O processo durou 417 anos e foi um dos mais longos da história. Foi uma canonização por decreto. Não foi necessário a comprovação de um segundo milagre para a canonização, que se baseou em sua obra e seu trabalho missionário. No caso de São José de Anchieta, houve a confirmação de apenas um milagre, antes de sua beatificação.

Um ano após ter sido declarado santo pelo papa Francisco, São José de Anchieta recebeu o título de padroeiro secundário do Brasil. Para a Igreja Católica, o santo que viveu e morreu em terras capixabas é o padroeiro oficial do país ao lado de Nossa Senhora Aparecida. O reconhecimento ocorreu em 24/04/2015.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também concedeu o título de Santuário Nacional ao Santuário de São José de Anchieta, no Sul do Estado. No Brasil apenas o Santuário Basílica de Nossa Aparecida, em São Paulo, possuía esse título.

Fontes:

Adultos Voluntários do GEJA

Conheça os adultos que trabalham para que o GEJA cumpra seus objetivos

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Seções e Dirigentes do GEJA

Alcateia Lobo Guará (ALG)

História

Quando o GEJA foi fundado, já nasceu com duas alcateias: Masculina e Feminina. Na época, as Akelás eram as Chefes Isméria (Alcateia Feminina) e Eloisa (Alcateia Masculina).

Em 1985, as duas alcateias se fundiram em uma única Alcateia Mista, tendo como Akelás as Chefes Anakaren e Ana Maria Maciel. Depois juntaram-se as Chefes Roseana Kipliman e Gabriela Passos. Em 1992, a Akelá Zélia Alves Martins assumiu a chefia, tendo liderado a Alcateia Lobo Guará até 2020.

A Alcateia Lobo Guará possui quatro matilhas (Branca, Preta, Cinza e Vermelha).

Escotistas

Alcateia Lobos do Parque (ALP)

História

Em fevereiro de 1983, o então Kaa da Alcateia 1, Chefe Inácio, participou de uma colônia de férias e dela trouxe 12 crianças que dariam início à Alcateia II. No entanto, suas atividades foram interrompidas em algum momento, e o GEJA voltou a ter somente uma Alcateia.

A partir de um sonho do Chefe Augusto Willer e da colaboração e incentivo de outros chefes (Átila, Zélia, Jair e Rielva, dentre outros), foi possível fundar, no dia 9 de abril de 2005, a Alcateia II, batizada de Lobos do Parque. Foram recebidos 10 lobinhos transferidos do Grupo Escoteiro Dom Pedro II (12º DF), bem como seus Chefes Ana Maria Braga, Marisa Nagata e Cristina. Para reforçar a equipe, foi convidada a Chefe Karina Oliveira, que já havia sido Akelá do Grupo Escoteiro do Mar Almirante Alexandrino (8º DF).

Durante esta nova fase, a Alcateia Lobos do Parque teve a colaboração de muitos adultos comprometidos, como os Chefes Adriana Montenegro, Helder Pavanelli, João Batista Maia, José Leite Carneiro Jr., Leonardo Alcides, Luciana Cunha Maia e Betinha Neves.

Escotistas

Alcateia Uivos do Cerrado (AUC)

História

A Alcateia Uivos do Cerrado – AUC teve sua primeira reunião em 22 de agosto de 2015. A demanda por uma terceira alcateia já era antiga e um desejo dos escotistas e famílias do GEJA.

Inicialmente, aceitaram serem escotistas e responsáveis pela AUC os chefes: Hugo Sales, na época o Diretor de Métodos Educativos, batizado como Hathi e dois pais de lobinhos: a chefe Sandra Gizelle, Bagheera e o chefe Caio Aguiar, o Baloo.

A Alcateia começou com três matilhas: preta, branca e marrom, totalizando 12 (doze) lobinhos. Em outubro de 2015, mais dois escotistas foram integrados a equipe: Augusto César Willer, que recebeu o nome de Kaa, e Emerson Willer, batizado de Rikki Tikki Tavi. Nesta mesma época foram integrados e promessados mais de 15 lobinhos, consolidando de fato a terceira alcateia do GEJA.

No fim de 2015 a AUC já contava com 18 jovens, realizando sua primeira Roca de Conselho em 14/11/2015, a qual decidiu o nome da alcateia, símbolo e bandeira. Em seu primeiro acantonamento, em 5 e 6 de março de 2016, no Campo Escola dos Escoteiros do DF, abriu-se mais uma matilha, cinza, e a seção já contava com com 22 lobinhos.

Nossa primeira Akela, chefe Gizelle, permaneceu na função até meados de 2016. Neste mesmo ano, a chefe Rilvânia tornou-se Baloo em março, com a saída do chefe Caio, mas teve que deixar o grupo em dezembro de 2016. O escotista Emerson assumiu como Akela da AUC em agosto de 2016 deixando a função em meados de 2019. Com isso, o escotista Augusto Willer tornou-se o líder da alcateia (Akela), permanecendo até os dias de hoje.

De 2018 a julho de 2020 estavam como escotistas da AUC: Antônio Mario (Bagheera), Augusto (Akela), Emerson (Kotick), Katiuse (Rikki Tikki Tavi), Martha (Baloo). Em março de 2020 assumiram Ewerton (Hathi) e Juliana (Kaa) integrando ao time. Com o licenciamento das chefes Martha e Katiuse em agosto, assumiu o chefe José Leite como o mais recente Baloo da AUC.

De 2015 a 2020, mais de 50 jovens já passaram pela alcateia e 11 lobinhos conquistaram o Cruzeiro do Sul, o grau máximo da progressão dos lobinhos!

Apesar da quarentena de 2020, a AUC continua com suas reuniões virtuais aos sábados às 16h e conta com 18 jovens em 4 matilhas: Branca, Cinza, Marrom e Preta. Esperamos voltar com nossos encontros na sede do GEJA em breve!

Melhor Possível!

Escotistas

Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul

História

A Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul (TECS), denominada antigamente como Tropa I, é derivada de duas tropas mais antigas conhecidas como Tropa Masculina (com as patrulhas Gaivota, Esquilo, Jaguar e Antílope) e Tropa Feminina (com as patrulhas Raposa, Águia, Pantera e Castor), fundadas ainda na primeira sede do GEJA, na Funcef (atual ENAP). Seus chefes eram Leda (Tropa Masculina) e Ana Maria (Tropa Feminina).

As tropas tornaram-se mistas em 1996, quando a diretoria e as Chefes Leda e Ana Maria misturaram as Tropas Masculina e Feminina, criando a Tropa I com duas patrulhas (Coruja e Jaguar) e a Tropa II com outras duas patrulhas (Águia e Pantera).

Ao longo dos anos, a tropa sempre foi conhecida como Tropa I, mas em 2013 o jovens fizeram uma votação e decidiram alterar o nome para Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul.

Escotistas

Tropa Escoteira Galápagos

História

Quando o GEJA foi fundado, as tropas escoteiras não eram mistas – havia a Tropa Masculina e a Tropa Feminina. A Tropa Masculina possuía as patrulhas Gaivota, Esquilo, Jaguar e Antílope, enquanto a Feminina tinha as patrulhas Raposa, Águia, Pantera e Castor. Havia também uma Patrulha Biguá, formada excepcionalmente para atividades de graduados. As tropas tornaram-se mistas em 1996, quando a diretoria e as Chefes Leda e Ana Maria misturaram as Tropas Masculina e Feminina, criando a Tropa I com duas patrulhas (Coruja e Jaguar) e a Tropa II com outras duas patrulhas (Águia e Pantera).

Em 2013, por meio de votação, os escoteiros escolheram o novo nome da tropa, que passou a se chamar Tropa Escoteira Galápagos – nome escolhido por conta de um jogo que fez muito sucesso: “As Tartarugas Gigantes de Galápagos”. Depois desse jogo, os jovens sempre perguntavam: “mas isso é de Galápagos?”. Ser “de Galápagos” virou referência para algo muito legal – ou, como diria o Chefe Leo Alcides: super-pururuca!

Escotistas

Tropa Escoteira Andrômeda

História

Fundada em 2018, a Tropa Escoteira Andrômeda é a seção mais nova do GEJA. Surgiu a partir da demanda gerada pelos Lobinhos em transição para o Ramo Escoteiro e por pessoas da comunidade interessadas em ingressar no Escotismo — como não havia vagas em nenhuma das outras tropas escoteiras, após reuniões com os pais dos interessados foi decidido pela abertura da nova seção.

Os nomes da tropa e das patrulhas foram escolhidos pelos próprios jovens, que também elaboraram o grito de tropa e, atualmente, estão trabalhando na bandeira da seção.

Escotistas

Tropa Sênior Ibiajara

História

O Ramo Sênior era dividido em duas tropas: a Tropa Feminina de Guias (com as patrulhas Jaminawá, Suya e Apinaje) e a Tropa Masculina Sênior (com as patrulhas Guarani, Assurini e Potiguara).

A Tropa de Guias foi formada pela Chefe Dorinha, que veio do Grupo Escoteiro Salgado Filho e recebeu algumas escoteiras vindas da Tropa Escoteira – Heloisa, Gabriela, Cristiane Roos, Cristiane Mandela, Patrícia, Adriana Chaves, Juliana, Rilvania e Leila. Os primeiros membros da Tropa Sênior foram Ezequiel e Ivan.

As seções foram unificadas em 1996, transformando-se na Tropa Sênior Mista. Nessa época, André Luiz S. de Andrade era o presidente da Corte de Honra. Além da Chefe Dorinha, também atuaram com escotistas o Chefe Seabra e a Chefe Sofia.

Em 2016 a Tropa adotou o nome de Tropa Sênior Ibiajara, que significa “Senhor do Planalto”.

Escotistas

Clã Pioneiro Piocãmecrã

História

A primeira tentativa de formar um Clã Pioneiro no GEJA foi em 1986. Era um projeto que tinha como objetivo principal não perder os Sêniores e as Guias que, ao sair do grupo, se distanciavam do movimento escoteiro. Além disso, a ideia também era formar uma plataforma de formação dos futuros chefes – uma proposta bem simples, mas uma possível solução na época. Infelizmente, não deu certo, já que este não era um verdadeiro Clã e sim um atrativo para formar chefes.

Em 1988/1989 a ideia de montar um Clã foi retomada. O projeto era mais maduro, porém faltou apoio intelectual e institucional da UEB. Também não vingou, mas a vontade de se ter um Clã no GEJA foi despertada. Em 1991, o Chefe Willer sondava um escotista com larga experiência no escotismo mundial: era uma pessoa extremamente culta, holística, “cidadã do mundo” e com forte personalidade. Tratava-se da Chefe Roseana Aben-Athar Kipman, esposa de Igor Kipman. Depois de contatos e negociações, Roseana ingressou no GEJA com a missão de analisar o contexto e fundar o Clã Pioneiro. No primeiro semestre de 1992, finalmente, o Clã foi de fato fundado. Os primeiros membros foram Adriana Chaves, Eloisa Guimarães, Gabriela Passos, Luciano e Augusto Willer.

Roseana instituiu um conjunto de rituais e cerimônias que muito marcaram os jovens da época. A maior parte era baseada na história dos cavaleiros da Távola Redonda e do Rei Arthur, como era comum naquele período. Roseana priorizava bem a ideia de coaching, focava na progressão dos jovens, trabalhava atividades de serviço à comunidade e no investimento do projeto pessoal dos pioneiros.

O Clã seguiu forte até 1997/1998, quando Roseana partiu em missão diplomática. Isso enfraqueceu os trabalhos, levando o GEJA a passar um longo período sem o ramo pioneiro. Em meados de 2013, o Chefe José Leite reabriu o Clã, que perdura até os dias atuais.

Grito do Clã

Força relevante na vontade de chegar,
amigos necessários para se realizar,
pioneiros na estrada o mundo a conquistar,
o Clã é união conhecendo a imensidão,
escotismo é a vida cheia de emoção.
Piocãmecrã, Piocãmecrã, GEJA!

Carta Pioneira

A Carta Pioneira é o regulamento do Clã. Nela estão estabelecidas as regras de funcionamento e conduta, a estrutura administrativa e os normas.
Clique aqui para abrir a Carta Pioneira do Piocãmecrã em uma nova janela.

Escotistas

Diretoria do GEJA - Gestão 2019-2021

Dirigentes

Galeria de Honra

A Galeria de Honra do GEJA é formada pelos jovens que conquistaram os distintivos máximos em cada Ramo.

Se você conhece alguém do GEJA que conquistou um distintivo máximo e não está nesta lista, envie um e-mail para [email protected] para atualizarmos a Galeria!

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional ao Lobinho especialmente recomendado pelos escotistas da Alcateia que:

  • Tenha conquistado todas as atividades previstas no 2o Guia do Caminho da Jângal;
  • Tenha participado de, no mínimo, três acampamentos ou acantonamentos;
  • Tenha conquistado, no mínimo, cinco especialidades distribuídas em pelo menos três ramos de conhecimentos diferentes;
  • Tenha conquistado uma das cinco Insígnias de Interesse Especial do Ramo Lobinho: Insígnia Mundial Escoteira de Meio Ambiente, ou a Insígnia da Lusofonia, ou Insígnia do Cone Sul, ou a Insígnia da Boa Ação, ou a Insígnia do Aprender;
  • Seja recomendado pelos Velhos Lobos e pela Roca de Conselho por ser um Lobinho dedicado, frequente às atividades da Alcateia e cumpridor da Lei e Promessa do Lobinho.

Relação de Lobinhos que conquistaram o Cruzeiro do Sul

  • ADRIANO ANDRIOLE COSTA
  • AMANDA LAÍS BESSA BATISTA
  • ANA BEATRIZ ALVES ARRUDA
  • ANA CLAUDIA MARTINS TINOCO
  • ANNE AKEMI DANTAS KOBAYASHI
  • ARTHUR CARRIJO WILLER
  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • BRUNA RODRIGUES ALVES LOPES
  • CAIO TÔRRES DOS SANTOS
  • DEBORAH SILVA CORTES
  • EDUARDO MAIA JUNQUEIRA
  • EDUARDO MONTENEGRO GENERINO DE ANDRADE
  • EDUARDO RODRIGUES ALVES LOPES
  • EMERSON DA MOTTA WILLER
  • FELIPE SILVÉRIO DE OLIVEIRA
  • GABRIEL RIVERA BONILAURI CHARÃO
  • GABRIELA OLIVEIRA ZAIDAN
  • IGOR YUKI DA COSTA SATO
  • ISABEL PEREIRA MATOS
  • JOÃO PEDRO MARTINS FRANÇA
  • JOHIL ANTONIO CARVALHO DA CRUZ JÚNIOR
  • JOSÉ RENATO DA COSTA NOBREGA
  • JULIA BARREIRA DE CARVALHO
  • JULIA DE CARVALHO PESSOA
  • JÚLIA GOZZER LINS
  • KAUÃ MARÇAL ARAUJO ELIAS DE ALMEIDA
  • KIRA POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA
  • LARA SILVA ZANOTTA
  • LEO ALCIDES DA COSTA
  • LIDIA COSMO DE BARROS
  • LIS GARBOGGINI LIMA SANTOS
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA
  • MANUELA COSTA SANTI
  • NATHAN VIDAL WILLER
  • PEDRO HENRIQUE RODRIGUES QUINTAO
  • SANTIAGO ALCIDES DA COSTA
  • SARAH SOPHIE VIANA NOVAES DE ALMEIDA
  • THÉO DE MOURA LEON
  • VICTOR KLEIN SILVESTRE MALECHA SGARBOSA
  • VICTORIA MASCARENHAS CANTALUPPI
  • VITOR EMMANUEL RIVERA BONILAURI CHARÃO
  • YANN POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao Escoteiro especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades previstas no Guia da Aventura Escoteira – Rumo e Travessia;
  • Possuir o Cordão Vermelho e Branco;
  • Possuir uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Escoteiro: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul, Insígnia da Ação Comunitária ou a Insígnia do Aprender;
  • Possuir pelo menos 10 noites de acampamento, como Escoteiro, com sua Patrulha ou Tropa Escoteira;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aviador, Grumete e Explorador), do Ramo Escoteiro.

Relação de Escoteiros que conquistaram o Lis de Ouro

  • AUGUSTO CESAR DA MOTTA WILLER
  • EMERSON DA MOTTA WILLER
  • GLAUBER CARVALHO CRUZ
  • JOÃO PEDRO MARTINS FRANÇA
  • JOSE RENATO DA COSTA NOBREGA
  • KAUÃ MARÇAL ARAUJO ELIAS DE ALMEIDA
  • KIRA POPOV CUSTÓDIO CASTRO SOUZA
  • LAURA MARIA DA COSTA NOBREGA
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA
  • MARIA GALIANA CRISPIM MILHOMEM (1995)
  • REJANE FURTADO DE ASSUNÇÃO
  • RICARDO AUGUSTO SOUSA DE ANDRADE
  • SANTIAGO ALCIDES DA COSTA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa, que:

  • Tenha realizado a totalidade das atividades da Etapa Azimute;
  • Tenha conquistado o Cordão Dourado;
  • Possua uma das seguintes Insígnias de Interesse Especial do Ramo Sênior: Insígnia Mundial do Meio Ambiente, Insígnia da Lusofonia, Insígnia Cone Sul, Insígnia do Desafio Comunitário ou a Insígnia do Aprender;
  • Possua pelo menos 10 noites de acampamento, como Sênior, com sua Patrulha ou Tropa;
  • Possuir a Insígnia da sua respectiva modalidade (Aeronauta, Naval ou Mateiro), do Ramo Sênior.

Relação de jovens que conquistaram o distintivo de Escoteiro da Pátria

  • AUGUSTO CESAR DA MOTTA WILLER
  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • EZEQUIEL DOS SANTOS SOUZA
  • ISABEL CRISTINA RODRIGUES DOS SANTOS
  • LUCAS ORSI ROSSI PEREIRA

Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao jovem especialmente recomendado pelos Mestres Pioneiros e pelo Conselho de Clã, que:

  • Tenha realizado 100% das atividades do Guia do Projeto Pioneiro;
  • Tenha revisado seu Plano de Desenvolvimento Pessoal (Projeto de Vida);
  • Tenha elaborado e executado um projeto pessoal, de relevância, com duração de no mínimo quatro meses, de sua livre escolha, cujo conteúdo seja aprovado pela Comissão Administrativa do Clã, que deverá cobrir os seguintes aspectos:
    – Cujo conteúdo atenda uma das áreas prioritárias: Serviço, Natureza, Trabalho ou Viagem;
    – Escolha da ideia;
    – Planejamento e programação;
    – Organização;
    – Coordenação;
    – Execução;
    – Avaliação;
    – Relatório.

Relação de jovens que conquistaram a Insígnia de B-P

  • BARBARA LOPES NEVES VIEIRA
  • BRUNA RODRIGUES ALVES LOPES
  • ISABEL CRISTINA RODRIGUES DOS SANTOS

Calendário GEJA

Controle de Vagas